As 10 melhores criptomoedas para investir em 2020

A SUCESSO MONEY ouviu alguns dos maiores especialistas em Criptmoedas do mundo e criou este Guia para você orientar seus investimentos.

Avalie estas oportunidades de investimento. Organize seu caixa e crie seu fundo.

Este final de ano já oferece excelentes oportunidades. 2020 promete grandes lucros para quem estiver antenado, bem orientado e organizado.

1. Bitcoin

É unanime a opinião que a estrela das criptos ultrapassará a casa dos U$ 15 mil dólares até Maio. Oportunidade incrível de mais do que dobrar seu capital.

2. Ethereum (ETH)

Desde o seu lançamento em julho de 2015, com mais de 18 milhões de moedas pré-minadas, o ETH cresceu 15.000%.

Considerando que o altos e baixos fazem parte do jogo, a Ethereum é certo que irá se valorizar significativamente.

3. Stellar (XLM)

Ela possui um mercado secundário de contratos inteligentes, funções bancárias e dapps (Apps descentralizados), o que fortalece bastante o seu propósito e consequentemente dá mais confiança em uma possível valorização.

A empresa por trás dela também está controlando de maneira excelente a inflação da moeda, guardando boa parte dos XLM para distribuição nos próximos 10 anos.

Ela tem um fator de risco mais alto do que o Ripple, mas pode se mostrar lucrativa em 2020.

4. LQX Coin

LQX já nasce com uma rede com milhares de usuários e não apresenta as deficiências que outras criptomoedas, como o Bitcoin, têm, como a alta volatilidade e uma rede bastante lenta.

Sua tecnologia permite que a criptomoeda seja minerada por qualquer pessoa através de Masternodes e máquinas, e tem como objetivo executar micropagamentos no dia a dia, além de já possuir um sistema de autouso que garante a tão sonhada usabilidade da moeda para evitar flutuações excessivas e a consequente perda de valor.

LQX é baseada na tecnologia X11 (a mesma utilizada no Dash, outra criptomoeda de grande sucesso a nível mundial) e desenvolvida a partir do Bitcoin como uma rede de incentivos de dois níveis, conhecida como rede “Masternode”.

Já a tecnologia PrivateSend aumenta a fungibilidade, enquanto a InstantSend permite a confirmação instantânea de todas as transações efetuadas, podendo ser utilizada em toda Rede Cielo/Elo.

5. EOS IOTA (MIOTA)

O EOS está melhorando todos os defeitos do Ethereum e garantir uma multiplataforma

Com tudo isso, o EOS é uma forte promessa de criptomoeda para investir em 2019. Porém, vale a pena ressaltar que, apesar das muitas promessas, o EOS ainda não tem nenhum produto pronto e por isso é preciso ser um pouco cético com o seu futuro.

Caso ele cumpra o que vem prometendo, terá uma grande valorização no próximo ano, mas é um investimento de risco.

O mercado está de olho no IOTA e em seu desenvolvimento. Essa moeda de 3ª geração tem um grande potencial de valorização e um risco não muito elevado. Com alta escalabilidade, transações instantâneas e sem taxas, o IOTA tem como principal objetivo se tornar a moeda que vai conectar todos os 80 milhões de aplicativos ligados na IOT (Internet das Coisas) até 2025.

Essa é possivelmente a moeda com maior potencial de crescimento nos próximos anos. Porém, a empresa por trás dela ainda precisa garantir que a escalabilidade vai funcionar conforme a tecnologia aumenta e resolver alguns probleminhas de segurança que ainda não foram completamente solucionados.

6. BITCOIN CASH (BCH)

Apesar de uma grande desvalorização nos últimos meses e uma série de problemas com outros desenvolvedores, o BCH ainda é uma opção viável para trading que pode gerar lucros nas próximas subidas do mercado. Ele é uma hard fork do Bitcoin, porém, com um bloco maior para transações mais rápidas.

Aos poucos a equipe está trabalhando para que o Bitcoin Cash se torne uma plataforma de dapps e contratos inteligentes, agregando valor e estabilidade ao seu preço. Atualmente, o seu único risco são alguns problemas internos que estão prejudicando o valor especulativo da moeda, mas ela ainda se mantém no top 10 do mercado segundo a CoinMarketCap.

7. Binance Coin (BNB)

A Binance Coin (BNB) foi lançada em agosto de 2017 por uma das maiores exchanges  do mundo, a Binance.

A BMB já possui as plataformas Binance Chain e DEX, e seu token desempenhará um papel significativo no futuro do seu ecossistema.

A Binance Coin oferece aos usuários descontos em taxas relacionadas à plataforma, sendo que a companhia tem lançado constantemente novos serviços que permitem o uso do token.

O forte desempenho do ativo e a estratégia de negócios da empresa receberam diversos elogios de especialistas e fez com que a moeda se tornasse uma das mais negociadas do mundo.

8. Cardano (ADA)

Cardano é uma plataforma de computação distribuída que executa o blockchain para a criptomoeda ADA. Daedalus é atualmente a única carteira de criptomoeda (software) que contém ADA e permite transferências para outros endereços de carteira.

Foi criado pela empresa de desenvolvimento de blockchain Input Output Hong Kong (IOHK) e liderado por Charles Hoskinson, ex-co-fundador da BitShares, Ethereum e Ethereum Classic, e tem como objetivo executar contratos inteligentes, aplicativos descentralizados, cadeias laterais, computação multipartidária, e metadados.

9. TRON (TRC)

A Tron Foundation vem desde o ano de 2018 com aquisições de grandes proporções pelo objetivo de deixar a internet que conhecemos mais descentralizada, vindo com BitTorrent juntamente a yTorrent.

O serviços de compartilhamento de arquivos que consiste entre pessoas o envio de qualquer tipo de coisa o famoso P2P (peer-to-peer) agora tendo a rede com mais de 100.000.000.00 de usuários o TRX pode se tornar o grande player do mundo das criptomoedas e criptoeconomia.

A blockchain da TRON irá fazer a mudança necessária para o futuro que realmente a Word Wide Web o (WWW) foi devidamente concebida.

10. MONERO (XRM)

Monero (XMR) é uma criptomoeda de código aberto, criada em abril de 2014, que foca em privacidade e descentralização, com carteiras disponíveis para Windows, macOS, iOS, Linux, Android e FreeBSD. Seu objetivo é ser não rastreável, oferecendo um maior grau de privacidade em relação ao Bitcoin.

Assim como o Bitcoin, o Monero usa um ledger público (uma blockchain) para registrar todas as transições que são realizadas na rede. No entanto, ao contrário do Bitcoin, o Monero protege por padrão a privacidade de seus usuários ao ofuscar o remetente, o destinatário e a quantia envolvida em cada transação. Em função disso, ela é considerada uma moeda anônima e não rastreável.

Monero utiliza um processo de mineração de prova-de-trabalho para criar as novas unidades da moeda, semelhante ao usado no Bitcoin. No entanto, o algoritmo de mineração do Monero é otimizado para ser mais eficiente em processadores comuns (CPUs).

Isso permitiu que a moeda fosse minerada de maneira rentável em computadores comuns, tornando possível a mineração de maneira distribuída.

O processo de mineração igualitário do Monero acabou abrindo novas fontes de rendimento para os mineradores, tanto legítimas (para produtores de conteúdo online) quanto maliciosas (para hackers que inserem códigos de mineração em sites e aplicativos).